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Açougues são notificados em SC por venda de ossos; Procon tacha prática como abusiva

Procon proibiu venda de ossos em toda Santa Catarina e a partir de agora só podem ser doados; estabelecimentos questionam medida, pois alegam que pagam pelo produto

Redação por Redação
outubro 6, 2021
em Sem categoria
Açougues são notificados em SC por venda de ossos; Procon tacha prática como abusiva

O Procon de Santa Catarina proibiu nesta terça-feira (5) a venda de ossos de origem animal em Santa Catarina por ser considerada uma prática abusiva. A restrição foi adotada após oito mercados e açougues no Estado serem identificados nesta semana comercializando os alimentos, cuja procura aumentou em função do encarecimento da carne.

Os estabelecimentos ficam localizados na Grande Florianópolis: dois em São José e em Palhoça, três em Florianópolis e um em Biguaçu. Os locais costumavam realizar a doação de ossos, mas com o aumento do preço da carne e a maior procura, passaram, então, a vendê-los, segundo o diretor do Procon, Tiago Silva.

“Recomenda-se que as empresas se abstenham de cobrar pelos ossos de bois, mas que apenas efetuem doações à população, sob pena de incorrer em afronta a legislação consumerista”, informa a recomendação também assinada por Francisco Antonio Crestani, presidente executivo da Acats (Associação Catarinense de Supermercados).

Apesar do valor gastronômico e do uso em diferentes pratos, a procura por ossos ganhou um novo contorno em razão do empobrecimento da população e o consequente aumento da fome, condição a qual estão submetidos 19,1 milhões brasileiros, segundo dados da Penssan (Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional).

As pessoas também buscam osso para buscar restos de carne, produto que registrou aumento de 15,3% no último ano.

https://governador-celso-ramos-sc.prefeituramoderna.com.br/meuiptu/index.php?cidade=celsoramos

“Pagamos pelo osso”

“Nós sempre vendemos o osso, nunca foi doado até porque pagamos por ele. Vendemos pela metade do que foi pago”, afirma Paulo Corso, proprietário do Açougue do Bairro, no Pantanal, em Florianópolis. Ele conversou com a reportagem na tarde desta terça, antes do anúncio da proibição.

O local não estava entre os fiscalizados  e vendia o quilo pela média de R$9. Com o aumento acentuado no valor carne vermelha, Corso percebe que os clientes procuram mais carnes de frango e porco, mas não os ossos. Apesar de também terem sofrido aumento, elas são mais baratas que a vermelha.

Essa migração entre proteínas é comum durante as crises, segundo Jorge Luiz de Lima, gerente-executivo do Sindicarne. Ele não percebeu nenhum aumento na procura de ossos, produto normalmente utilizado para uso em diferentes receitas, principalmente por conta do tutano. Pratos como caldos e sopa de ossos também levam o ingrediente.

Uso como sabor, mas sem valor nutritivo

O uso dos ossos é destinado para agregar sabor e engrossar caldos, sopas e feijões. No aspecto nutritivo, não há como substitui-los pela carne, pois eles não possuem valor nutricional confirmados em estudos científicos para humanos, explica a nutricionista Maria Eduarda Zytkuewisz Camargo. “É uma atitude vista somente no reino animal”, ressalta.

Um ser humano saudável com idades entre 31 a 50 anos precisa consumir cerca de 0,8g de proteína por kg diariamente. Para isso, um homem com 82 kg precisaria comer 65,6 gramas por dia, por exemplo. O tradicional músculo do boi, corte popular no Brasil, possui pouco menos da metade necessária em um pedaço de 100g, ilustra Zytkuewisz.

Também membra a TearSAN (Teia de Articulação pelo Fortalecimento da Segurança Alimentar e Nutricional), ela ressalta que para combater o cenário da fome é necessário criar restaurantes populares e locais “para que a população tenha acesso regular a todos os grupos alimentares necessários para manutenção da saúde física, mental e dignidade humana”.

O consumo de ossos, produto usado principalmente na produção de rações, conversa também com a realidade do desemprego brasileiro. “É importante que não se perca a noção de humanidade e que os mais abastados se insiram na luta pelo combate à fome, mesmo que seja através da doação de alimentos”, pontua.

*FONTE: ND

 

 

 

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