O que vem chamando atenção da imprensa local é o fato de os vereadores se calarem e negarem de investigar e intimar para deporem, o ex-prefeito Ramon Wollinger e o proprietário da Empresa ENERGILUZ, no que diz respeito do repasse de 30 mil reais em espécie aos Blocos Carnavalescos em 2016 no Carnaval Fora de Época, lembrando que tal recurso foi entregue dentro da antiga sede da SECETUL na Rua Barão Branco no centro de Biguaçu, por mãos do proprietário da empresa Senhor Schmidtt e pela Vereadora Salete Cardoso.
É importante frisar que não existe dinheiro vivo em uma administração honesta! Este fato tem que ser investigado se esse recurso não é fruto de corrupção ativa e passiva. Essa empresa começou a prestar serviços ao município em 2015 com um faturamento anual de 1 milhão de reais e na atualidade, mais especificamente em 2020, ela faturou 11 milhões de reais. Esta empresa é a responsável pela COSIPE em Biguaçu e sempre foi lavo de rumores de esquema de corrupção como o ex-prefeito Ramon Wollinger.
Entenda o caso:
“30 mil em espécie foi dado por Salete para blocos de carnaval”
Outro interrogado na CPI foi o repórter investigativo da TV em Foco, Carlos Wanderley que também é presidente de bloco carnavalesco na cidade. Um dos objetivos da comissão parlamentar de inquérito é saber também da interferência da vereadora Salete Cardoso na secretaria de Organização e Lazer.
Segundo Carlos quem mandava na secretaria era a vereadora. Inclusive ele afirmou que em 2016 Salete distribuiu 30 mil reais em espécie para um carnaval fora de época que seria realizado por 3 blocos carnavalescos (10 mil para cada bloco). Esse dinheiro, que foi dado pela empresa Energiluz, foi entregue aos representantes dos blocos dentro da secretaria que tinha na época como secretário o irmão de Salete, Pedro Joaquim Cardoso, afirmou Wanderley.

O repórter frisou que Salete sempre despachava na SECETUR (a última palavra sempre era dela) principalmente na gestão de Ronnie Marciel, que era um secretário mandado por Salete que sempre levava as demandas da secretaria a vereadora que o indicou ao cargo.
A denúncia de Carlos é muito séria. O tema poderia ser alvo de outra CPI até porque a empresa Energilluz foi uma das empresas que mais faturou sem licitação verbas na prefeitura de Biguaçu e inclusive é alvo de denúncias no Ministério Público. Esse negócio de vereadora pegar 30 mil reais de um empresário para patrocinar bloco em carnaval fora de época tem que ser esclarecido.
Que chamem para depor o dono da Energiluz e o prefeito Ramon para o bem da transparência.






