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“Lugar alienígena” fica 120 m abaixo do nível do mar na Etiópia e é um dos mais perigosos da Terra

Calor extremo, gêiseres ácidos e lagoas ferventes multicoloridas fazem da região do vulcão Dallol um cenário espetacularmente único

Redação por Redação
maio 19, 2023
em Sem categoria
“Lugar alienígena” fica 120 m abaixo do nível do mar na Etiópia e é um dos mais perigosos da Terra

A Depressão de Danakil, 120 metros abaixo do nível do mar na Etiópia, guarda um dos lugares mais perigosos e quentes do planeta, a colina do vulcão Dallol. Seu apelido de “porta do inferno” não é para menos: o local é um campo geotérmico de vapores e água ferventes, que emanam das profundezas da Terra, com temperaturas que podem superar os 50 °C.

As cores de devem a reações químicas de minerais, quem “pintam” as esculturas de sal branco — Foto: Ignacio Palacios / Getty Images

A depressão, também chamada Triângulo de Afar, é uma área geológica extremamente instável, com muitos abalos sísmicos e vulcões ativos, incluindo o próprio Dallol, cuja última erupção foi em 1926. Toda essa atividade acontece porque ela fica no ponto de encontro entre três falhas tectônicas do continente africano, que se deslocam lentamente ano após ano.

Lagos ácidos de cores fosforescentes marcam a colina do Dallol, na Depressão de Danakil — Foto: guenterguni / Getty Images

Danakil também abriga um imenso deserto de sal de 2 quilômetros de espessura, criado a partir de inundações do mar Vermelho na região ao longo de 200 mil anos. Graças a atividade hidrotermal abaixo da cratera do vulcão Dallol, numerosos gêiseres ácidos conseguiram romper esse manto salino, criando uma incrível paisagem de aparência alienígena.

A colina do vulcão Dallol lembra uma paisagem marciana em alguns pontos — Foto: Olivier Grunewald / Reprodução

Nesta área única da superfície terrestre, o cenário repleto de lagos e esculturas de sal e rocha em cores vibrantes parece outro planeta. O multicolorido varia em tons que vão do verde e amarelo fosforescente ao vermelho, e se deve às reações químicas envolvendo os minerais dos elementos.

O ar na colina do Dallol é pesado e fétido pela presença de gases como o enxofre. As fontes termais jorram água fervente e, abaixo da camada de sal, os vapores das profundezas da Terra borbulham e tentam escapar, criando nuvens de fumaça quente.

O vulcão Dallol criou uma paisagem cheia de cores vibrantes que parece alienígena — Foto: Marc Guitard / Getty Images

As múltiplas lagoas têm água extremamente ácida, apresentando valores negativos de pH. A “lagoa negra” é uma das mais famosas, que adquiriu um tom escuro devido à alta concentração de magnésio, transformando o líquido quase que em um gel a 70 °C.

Lagos ácidos e esculturas de sal coloridas formam um cenário único na Terra — Foto: Wikipedia / A.Savin / Creative Commons

Apesar das condições extremas, a Depressão de Danakil é o lar do povo afar, que vive da extração de sal há séculos. A região também recebe milhares de turistas todos os anos em passeios saindo de cidades próximas ou, pelo ar, em um sobrevoo de helicóptero.

Entre as atrações estão, além do Dallol, o vulcão Erta Ale, que abriga um dos seis lagos de lava ativos da Terra, e o lago Karum, cuja alta salinidade faz os visitantes boiarem.

A Depressão de Danakil abriga o vulcão Erta Ale, que tem um dos poucos lagos de lava ativos da Terra — Foto: Roberto Moiola / Sysaworld / Getty Images

A colina também atrai pesquisadores que buscam entender a origem da vida na Terra e até mesmo em outros planetas. Devido às condições extremas, ela é considerada um local propício para estudar como a Terra se desenvolveu em seus primórdios do mundo.

O lago Karum, cuja alta salinidade faz os visitantes boiarem, é uma atração da Depressão de Danakil — Foto: Wikipedia / A.Savin / Creative Commons

A Depressão de Danakil foi o local onde o paleoantropólogo Donald Johanson descobriu o famoso fóssil “Lucy”, em 1974. O ancestral humano que, estima-se, tenha cerca de 3,2 milhões de anos, fica em exibição no Museu Nacional da Etiópia, em Addis Abeba, capital do país.

O sulfeto em combustão produz uma chama azul visível à noite na colina do Dallol — Foto: Olivier Grunewald / Reprodução

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