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Florianópolis quer antecipar metas de 90% de esgoto de 2032 para 2026

Ofício enviado pelo prefeito Topázio Neto ao diretor da Casan questiona se o prazo é viável e como a estatal fará para cumprir o estabelecido

Redação por Redação
julho 27, 2023
em Sem categoria
Florianópolis quer antecipar metas de 90% de esgoto de 2032 para 2026

A prefeitura também adverte que caso a obra para construção do SES (Sistema de Esgotamento Sanitário) do Rio Tavares não seja retomada pretende romper o contrato com a estatal e lançar uma licitação, em novembro, para que outra empresa assuma a operação na região. O Sul da Ilha tem 0% de cobertura de esgoto e Topázio está decidido a enfrentar o problema.

A artesã aposentada Suely Marcelino Rabello, 74 anos, figura nessa estatística de habitantes da Capital que vivem sem receber o serviço de esgoto. Ela mora há 23 anos na rua Mar do Leste, no Rio Tavares, e nunca teve acesso à rede para sua casa e as três quitinetes que aluga.

Como Suely, um universo de 200 mil pessoas vive no Sul da Ilha sem acesso à rede de esgoto e recorre às soluções caseiras de fossa, filtro e sumidouro. Quando a fossa enche, é preciso desembolsar para a manutenção.

“Isso tem que mudar! Às vezes vaza, tem gente que coloca na rua, tem pessoas que não têm consciência e jogam para fora. Acho que isso deveria ser prioridade. É questão de saúde, higiene e meio ambiente. Um problema grave”, reclama.

Suely Rabello mora há 23 anos no Rio Tavares, Sul da Ilha, região sem rede de esgoto em Florianópolis – Foto: Leo Munhoz/ND

Para suportar a demanda de todos os moradores, as quatro casas têm uma fossa maior e o imóvel tem outra só para a máquina de lavar.

“Dá conta, mas tem que cuidar sempre e mandar limpar. Gera muito custo. Se tivesse a rede, pagaríamos na conta, mas seria tratado. Mas isso que importa, o tratamento. Cuidar da Ilha”, ressalta.

Região sem rede corresponde a uma das 15 maiores cidades de SC

Conforme o prefeito Topázio, o ultimato foi enviado à Casan há quatro dias, dando novos prazos.

“Uma cidade como Florianópolis, que tem uma região que, se fosse uma cidade, seria uma das 15 maiores de Santa Catarina, não pode conviver com 0% de tratamento de esgoto. Precisamos de uma solução e demos prazo à Casan de retomar as obras [na estação de tratamento de esgoto do Rio Tavares] até setembro e, a partir de outubro, se nada for feito, lançaremos em novembro nova licitação para que outra empresa assuma o Sul e implante o sistema de esgoto”, disse.

De acordo com o prefeito, muitas empresas procuram o município para lidar com a situação, mas como a Capital tem contrato vigente com a Casan, não pode substituí-la de forma imediata. Mas ele acredita que se lançar um edital terá diversas empresas do Brasil e do exterior interessadas.

“Hoje não existe tratamento de esgoto no Sul. Temos pequena parcela na região do Campeche com rede implantada, mas que não leva a lugar nenhum, por isso ninguém pode ligar naquela rede. Quando algum cidadão desavisado liga, o sistema para, porque a água não sai em lugar nenhum. Há todo um trabalho para ser feito”, explica Topázio.

A expectativa do prefeito é que a estação do Rio Tavares, quando concluída, absorva a rede implantada e outras áreas do Sul da Ilha, mas ele espera mais. “Precisamos de, no mínimo, mais três estações no Sul da Ilha, para dar vazão a todo tratamento de esgoto ali”, ressalta.

Investimentos de mais de R$ 1,2 bilhão

Ainda segundo o prefeito Topázio, a Casan vai inaugurar estações nos bairros João Paulo e Ingleses aumentando em 5% a cobertura de esgoto, mas ainda abaixo do que deveria. “São investimentos relevantes, algo entre R$ 1 bilhão e R$ 1,2 bilhão, para fazer todo o tratamento de esgoto que está parado”, completa.

Além da solução, o prefeito quer os detalhes. Como a Casan vai fazer? De onde vem o recurso? Qual é o cronograma?

“Espero uma posição, se conseguem cumprir os prazos que colocamos, de que maneira, com quais fontes de financiamento. Queremos algo palpável da Casan. Pedimos a resposta deles. Se não for viável, faremos a licitação”, afirma.

Sistema em construção da Casan em Florianópolis – Foto: Divulgação/ND

Para Topázio, esse é um tema importante para a cidade, que espera por solução há muitos anos. Ele reitera, também, que vem cuidando das questões de saneamento básico em diversas frentes.

“Estamos mexendo nisso há muito tempo, quando fizemos o Pacto pelo Saneamento e entramos para ajudar. Quando reconhecemos que a cidade tem uma dívida na área de esgotamento a ser cumprida. Quando as valas não estão limpas há anos e a prefeitura investe. Quando fizemos a macrodrenagem do Rio Vermelho para tirar as pessoas que jogam esgoto na rede pluvial e dar a elas uma condição mais adequada. Saneamento básico é o tema principal da nossa gestão”, enfatiza.

Orientação é priorizar principais clientes, incluindo a Prefeitura de Florianópolis

À frente da estatal há cerca de seis meses, o diretor-presidente da Casan, Laudelino Bastos, recebeu do governador Jorginho Mello a missão de dar atenção aos dez principais clientes, incluindo a Prefeitura de Florianópolis.

“A orientação que tenho do governador é de dar toda a atenção que for necessária para Florianópolis. Passa a ser uma prioridade para a Casan, até porque ela tem uma remuneração gerada pela movimentação de água e de esgoto que se destaca frente aos outros municípios”, comenta Bastos.

Conforme o gestor, existe a consciência e a visão de que é preciso implantar mais quatro estações de tratamento de esgoto na cidade.

“Temos autorização do prefeito para estudar a questão da modelagem de locação de ativos, que facilitaria muito a execução dessas obras, porque se conseguirmos que sejam executadas por grupos financeiros e empreiteiras diferenciadas, teríamos a possibilidade de construir as quatro simultaneamente”, diz Bastos.

Diante do ultimato do prefeito de Florianópolis, Topázio Neto, Bastos promete colocar mãos à obra para não perder o contrato. A Casan estabeleceu um plano de metas e investimentos em saneamento básico para chegar a 90% de cobertura dois anos depois da exigência do prefeito Topázio.

“Estamos discutindo há algum tempo nos bastidores e o prefeito colocou a situação numa posição de xeque-mate: ou a Casan resolve o problema ou deixa outro chegar para resolver. A Casan tem efetiva consciência do débito histórico com Florianópolis”, admite Bastos.

“O governador também me pediu, particularmente, para dar total atenção ao assunto. Vamos conseguir entregar até 2028 os 90% de esgotamento e vencer esse xeque-mate”, afirma Bastos.

Estação do Rio Tavares está 70% concluída

A região Sul da Ilha será contemplada pela Casan com o SES do Rio Tavares. Atualmente, a obra tem 70% da parte civil concluída, incluindo novas redes e uma ETE (Estação de Tratamento de Esgoto).

“É uma obra muito importante e estamos aguardando a licença ambiental para fazer nova licitação e reiniciar a obra dentro do prazo estabelecido pelo prefeito”, confirma Bastos.

A companhia promete retomar as obras ainda este ano. Com capacidade total de tratamento de 202 L/S,, a estação vai tratar 68 L/S, na primeira etapa, permitindo que sejam colocados em funcionamento 40 km de rede coletora e 3 mil ligações domiciliares já implantadas no Campeche.

Também para o Sul da Ilha, a companhia tem, em projeto, o SES Pântano do Sul, também com ETE própria.

“A situação do Sul da Ilha é crônica, difícil, mas vemos nela uma oportunidade de consolidar a relação da Casan com Florianópolis. Somos a empresa que tem a responsabilidade de cobrir o território com as soluções de esgotamento e de água e vamos fazer isso de maneira bem mais rápida do que vem fazendo atualmente”, reconhece o presidente da Casan.

Ainda conforme a estatal, atualmente, quatro estações estão em construção na Capital e, quando entregues, aumentarão a cobertura de 58% para 75%.

FONTE https://ndmais.com.br/meio-ambiente/florianopolis-quer-antecipar-metas-de-90-de-esgoto-de-2032-para-2026/

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