Conhecer o passado de Santa Catarina e de uma de suas principais construções históricas: Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim. Assim foi o dia de professores das Redes Municipais de Educação de Governador Celso Ramos e Florianópolis, que participaram, na quarta-feira (19/8), de uma jornada arqueológica promovida pela Universidade Federal de Santa Catarina e pelo IPHAN na Ilha de Anhatomirim.

A formação contou com a parceria do IPHAN, UFSC, Secretaria Municipal de Educação de Florianópolis, Secretaria Municipal de Educação de Governador Celso Ramos, Escola do Meio Ambiente de Governador Celso Ramos e Escola do Mar de Florianópolis.
Na visita, os educadores visitaram escavações, percorreram os principais monumentos e tiveram uma verdadeira aula através de séculos com especialistas. A experiência buscou aproximar educação, arqueologia, história, patrimônio cultural e meio ambiente, para ampliar o olhar dos educadores para as possibilidades de trabalhar o território como espaço vivo de aprendizagem.

A educadora ambiental e diretora da Escola do Meio Ambiente, Luciara Azevedo, explica que formação teve como o objetivo de proporcionar aos participantes vivência desemparedada que propiciasse uma base inicial conceitual e prática para utilização do patrimônio cultural e natural, em especial o patrimônio arqueológico, como conteúdo inter e transdisciplinar aderente aos componentes curriculares da Educação Básica, utilizando como estudo de caso a Fortaleza de Anhatomirim.
“Um dia de aprendizado, descobertas e troca de conhecimentos na Jornada Arqueológica, reunindo professores das redes dos dois municípios em um só lugar, que tem história e oportunidades de aprendizado que podemos, como educadores, transmitir aos nossos alunos”, disse Luciara.

A educadora também ressaltou a importância de conhecer os vestígios, compreender as histórias e valorizar o patrimônio, bem como assumir o compromisso de preservá-lo e compartilhar esse conhecimento com as novas gerações.
“Uma jornada pelo passado para inspirar novas formas de ensinar no presente”, complementou.





