Foi assim, à base de uma canetada, em 19 de novembro de 1889, que o então chefe do governo provisório, Marechal Deodoro da Fonseca, adotou o que seria o mais importante símbolo da recém-criada República: a bandeira nacional, tal qual a conhecemos hoje (porém, com menos estrelas do que a atual).
Mas o decreto número 4 não só estabeleceu os “os distintivos da bandeira e das armas nacionais, e dos selos e sinetes da Republica”; substituiu também o estandarte do Império usado de 1822 a 1889 e resgatado recentemente por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), além de grupos ligados à extrema-direita.
Desenhada pelo pintor francês Jean-Baptiste Debret, a bandeira do Brasil Império, de formato retangular e com fundo verde, tinha no centro um losango amarelo; dentro dele, o brasão nacional.








