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O que fizeram os filhos de Bolsonaro para que fique em segredo por 100 anos 

Por 100 anos não se saberá quantas vezes estiveram no Palácio do Planalto os filhos Zero Dois e Zero Três do presidente da República

Redação por Redação
agosto 1, 2021
em Sem categoria
O que fizeram os filhos de Bolsonaro para que fique em segredo por 100 anos 

Jair Bolsonaro sabe muito bem por que quer esconder pelos próximos 100 anos o número de vezes que seus filhos Zero, Carlos, vereador, e Eduardo, deputado federal, tiveram acesso ao Palácio do Planalto enquanto ele foi presidente da República.

Certamente não será porque foram muitas vezes; nada haveria de mal nisso, mas porque algumas aconteceram em determinadas datas que poderiam deixar o pai em apuros, ou eles mesmos, os filhos. É isso o que investiga a CPI da Covid-19.

Daí a decisão da Secretaria-Geral da presidência, ainda sob o comando do ministro Onyx Lorenzoni, servidor vassalo de Bolsonaro, de negar acesso a tais informações e de decretar o mais alto grau de sigilo em torno delas.

A revista Crusoé requereu o acesso com base na Lei de Acesso à Informação. Lorenzoni respondeu que “as informações solicitadas dizem respeito à intimidade, à vida privada, à honra e à imagem dos familiares do Presidente da República”, protegidas por lei.

Entre abril de 2020 e junho de 2021, Carlos visitou o Palácio do Planalto pelo menos 32 vezes, segundo a revista. Eduardo, pelo menos três. Carlos faz parte do “gabinete do ódio”, encarregado de disseminar notícias falsas.

Há muitas definições para o que seja notícia. Uma delas ensina que notícia é toda informação que os poderosos não querem ver publicada. Daí a Lei de Acesso à Informação, ora mais uma vez desrespeitada, e não somente pelo governo.

Também por 100 anos, em junho passado, o Exército negou acesso ao processo administrativo sobre a participação do general Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde, em ato político ao lado de Bolsonaro no Rio de Janeiro. O processo já havia sido arquivado.

Em 2010, em um ataque de sinceridade, o ex-primeiro ministro britânico Tony Blair assim se referiu à Lei de Acesso à Informação que ele ajudara a criar no seu país e que se transformara em uma arma dos jornalistas para vasculhar os porões do governo:

“Liberdade de informação. Olho para essas palavras enquanto escrevo e sinto vontade de sacudir a cabeça… Seu idiota. Você foi ingênuo, insensato, tolo e irresponsável”.

 

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